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Diabéticos podem comer carboidratos? A beterraba é uma prova de que sim!

Todo portador de diabetes já deve ter caído em algum mito sobre a sua própria alimentação, pois alguns pacientes se sentem inseguros e acabam questionando sobre se os carboidratos podem ou não ser prejudiciais para sua dieta. A resposta é que sim, eles podem fazer bem. No entanto, é necessário tomar alguns cuidados, porque a ingestão de grandes quantidades pode levar à alta de glicose no sangue, um perigo para os portadores dessa doença.

A beterraba é riquíssima em vitaminas A, B6 e C e minerais como potássio, magnésio, ferro, zinco e ácido fólico. Essas vitaminas e minerais são responsáveis por melhorar nosso desempenho durante as atividades físicas de longa duração, com seu consumo estimulado não somente para os diabéticos como também para quem deseja cuidar da saúde.

Rica em fibras, ela pode ajudar também na digestão (4% do total do alimento, em média), característica fundamental para o bom funcionamento do sistema gastrointestinal. Pode ser servida cozida ou crua, seja em saladas, sopas ou sucos, tendo entre 8 e 10% de carboidratos complexos.

Mas afinal de contas, o que são carboidratos complexos e qual a diferença para outros carboidratos?

De forma geral, esse grupo de alimentos é responsável por dar energia para o nosso corpo e pode ser classificados de duas formas: simples e complexos. A única coisa que os diferencia é o tempo que o organismo leva no processo de digestão e distribuição da glicose no sangue.

Então, a beterraba é ou não uma aliada?

Observando a quantidade recomendada por um profissional, que vai variar de pessoa para pessoa, a beterraba pode sim estar presente na rotina alimentar de um portador de diabetes, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. Além disso, a construção de uma dieta equilibrada é o caminho para evitar a necessidade de complementos nutricionais.

Lembre-se de que saber como cuidar da doença não é papel só de quem tem, mas também de quem mora junto ou ajuda nos cuidados. Por esse motivo, conhecer melhor sobre o que pode ou não ser feito ajuda muito no tratamento.

Referência

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Disponível em http://www.diabetes.org.br/publico/images/2017/alimentacao-escolar-para-estudantes-1.pdf , p. 53. Acesso em: 27-06-2018.

 

Publicado : 29 de junho de 2018 as 13:59